Este blog foi criado para divulgar o trabalho que está sendo feito no Colégio Estadual Elias Abrahão, em Quatro Barras. Aqui os alunos podem mostrar o que aprendem, o que gostam e o que pensam. Além de obter dicas de leitura e comentários dos professores. Coordenação do blog: Professora Lucineia
Visitas ao Blog
Pesquisar este blog
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
MUROS INVISÍVEIS

![]() |
| Larissa Martins |
Eu não sabia o que iria acontecer...
Eu estava calmo no meu canto, só foi perceber depois.
A morte é o que nos separa das pessoas que nos amam,
separa o corpo da alma é como água que apaga a chama.
A chama da vida, a chave da alegria, acharam que eu tava bem...
Só se for BEM preso nos padrões da mídia, me tire desse
lugar, segura a minha mão.
Não espera, salve aquela menina caída no chão,
tentando seguir o "padrão".
E eu queria compreender toda essa história, a minha
tristeza é motivo de revolta. Eu continuo guardado aqui, já que tentei ser
"algo melhor" e não consegui.
Então decidi partir, onde tudo é tudo igual,
e não importa o
jeito que você se veste,
tudo continua morto, continua sendo normal.
Mesmo sem entender porque, vou continuar deitado tudo o
que me resta agora é só obedecer e ficar calado.
Falam dessa vida como se fosse alguma coisa boa, o pior é
ir embora sem dar um beijo na sua coroa.
O coveiro foi embora, deixando-nos aqui sozinhos nesse
breu,
foi nesse instante que ele percebeu;
"somos todos
vazios", até que enfim se tocou que ele também morreu.
Só continuava a existir, sem nenhum propósito,
decidiu sair correndo pra chegar a tempo para o seu
próprio velório.
Todos tão vazios, colocando etiquetas em si mesmos,
procurando por riquezas, julgando pelo
peso. Eles falaram dos mortos, mas não percebem que já morreram também.
Eu só queria ter mais uma vez a minha família, não ligo para os modelos quero
ser apenas eu.
Agora eu
entendia, que o que se foi já se foi, mas me perdoe pai por favor, por não ter
conseguido,
sei da sua dor, mas não fique aí não corra perigo,
não deixe também eles te tornarem vazio.
Eu morri, eu sei, mas você também vem,
já morreu aí, só que ninguém percebeu,
pois não foi a carne que apodreceu mas sim o sorriso que
se perdeu.Eu não sabia o que iria acontecer...
Eu estava calmo no meu canto, só foi perceber depois.
A morte é o que nos separa das pessoas que nos amam,
separa o corpo da alma é como água que apaga a chama.
A chama da vida, a chave da alegria, acharam que eu tava bem...
Só se for BEM preso nos padrões da mídia, me tire desse
lugar,
segura a minha mão.
Não espera, salve aquela menina caída no chão,
tentando seguir o "padrão".
E eu queria compreender toda essa história, a minha
tristeza é motivo de revolta. Eu continuo guardado aqui, já que tentei ser
"algo melhor" e não consegui.
Então decidi partir, onde tudo é tudo igual,
e não importa o
jeito que você se veste,
tudo continua morto, continua sendo normal.
Mesmo sem entender porque, vou continuar deitado tudo o
que me resta agora é só obedecer e ficar calado.
Falam dessa vida como se fosse alguma coisa boa, o pior é
ir embora sem dar um beijo na sua coroa.
O coveiro foi embora, deixando-nos aqui sozinhos nesse
breu,
foi nesse instante que ele percebeu;
"somos todos
vazios", até que enfim se tocou que ele também morreu.
Só continuava a existir, sem nenhum propósito,
decidiu sair correndo pra chegar a tempo para o seu
próprio velório.
Todos tão vazios, colocando etiquetas em si mesmos,
procurando por riquezas, julgando pelo
peso. Eles falaram dos mortos, mas não percebem que já morreram também.
Eu só queria ter mais uma vez a minha família, não ligo para os modelos quero
ser apenas eu.
Agora eu
entendia, que o que se foi já se foi, mas me perdoe pai por favor, por não ter
conseguido,
sei da sua dor, mas não fique aí não corra perigo,
não deixe também eles te tornarem vazio.
Eu morri, eu sei, mas você também vem,
já morreu aí, só que ninguém percebeu,
pois não foi a carne que apodreceu mas sim o sorriso que
se perdeu.
terça-feira, 8 de agosto de 2017
PALAVRA E POESIA
Henrique Maciel
A vida é um filme sem tema,
Sem corte, e antes mesmo de gravar tinha que ser forte
Olha o preto, deixa ele, me disseram
Que preto não cai, mentira,
Primeiro negro que vi cair foi meu pai, jogado!
Obrigado a comer carne crua
Usar esperança de travesseiro e o lençol da rua
Como a pessoa nasce nua,
Me mandaram pra guerra sem armadura
Você diz que é drama,
Mas é diferente
Me diz se é drama,
uma preta se matar por um copo de leite quente
linha de frente
meu bloco 33
tô na guerra sem arma
com certeza de um talvez
com pedras, sem pedras
vivemos em abismos
escadas sem quedas
não vemos perigo
passado, presente, qual o futuro?
Nesta horta de pedras
Não existe adubo
Sorriso mais lindo, olhar sincero
De pedra em pedra
Construo castelo
Sem porta ou janela
A casa mais plena
A pedra mais linda
É a pedra morena
PALAVRA E POESIA
Henrique Maciel
ELES
- Eles! deram força a quem não quer lutar...
- Eles! deram sorriso a quem só quer chorar...
- Eles! deram inteligência a quem não quer pensar
E eu me perguntando quem são eles pra 8 falar
Os ratos estão tomando conta
Que mundo é esse que se matam por uma conta
E quem conta
Quantas dividas temos com nós mesmos
E quem conta
Para seus filhos a história dos cabelos crespos
Será?
Que existiremos após mil anos
Se não, a mil anos quem seremos?
E quem somos hoje, já se perguntou
A coroa mata espada e espada mata quem honrou hoje palhaço está chorando
E mister M mostra o rosto
Pessoas não estão se olhando
Pois estão olhando seu bolso
Estamos obrigados a ficar de canto
De cabeça baixa ouvindo seus brandos
Mas me diz até quando
Porque estou de saco cheio e o mudo tá gritando
Me dê um copo com metade de tanto faz
Fui criado como urubu branco comendo carniça pra vomitar paz
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
DSTS - Produção de áudio-visual -Projeto Interdisciplinar - Ciências e Português
Vídeos produzidos pelo alunos dos 8B e 8C sobre DSTs.
A produção teve como base a pesquisa e análise de reportagens e de textos de divulgação científica.
Orientação: Professoras Rosângela e Lucineia
PROJETO INTERDISCIPLINAR - CIÊNCIAS E PORTUGUÊS - TEXTO CIENTÍFICO
ORIENTAÇÃO: Professoras Rosângela e Lucineia
Este trabalho interdisciplinar foi desenvolvido com os alunos de 8o. ano. As atividades buscaram desenvolver habilidades de pesquisa, análise de linguagem e interpretação dos Textos de Divulgação Científica. Os temas pesquisados foram as DSTs e Deficiências de aprendizagem.
![]() |
| Apresentação de pesquisas sobre DSTs |
![]() |
| Organização do trabalho |
![]() |
| Análise de reportagens |
![]() |
| Debates em grupo |
![]() |
| Palestra sobre deficiências - Professora Elaine - Psicopedagoga |
![]() | |
|
domingo, 16 de julho de 2017
Assinar:
Postagens (Atom)























































