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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

TRABALHO DE FÍSICA - PROFESSOR CARLOS - 3° Lei de Newton

 Os alunos do 1A e 1B, empinaram suas pipas no interior do colégio. A intenção da atividade foi compreender na prática o estudo sobre a 3° lei de  Newton: Ação e reação 








sexta-feira, 18 de agosto de 2017

TRABALHOS DE FÍSICA - PROFESSORA JOYCE

 ÓPTICA GEOMÉTRICA

Alunos do 3C

Alunos do 3C

Alunos do 3C

Alunos do 3C

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Alunos do 2B

Alunos do 2B
EQUILÍBRIO ESTÁTICO
Alunos do 1C
 CIRCUITO ELÉTRICO
Alunos do 3C

Alunos do 3C

Alunos do 3C




quarta-feira, 16 de agosto de 2017

CONCERTO ORQUESTRA SINFÔNICA DO PARANÁ

Ontem e hoje os alunos foram à apresentação da Orquestra Sinfônica do Paraná no Teatro Municipal de Campina Grande do Sul.
A escola apresentando novas culturas para nossos estudantes.






PALESTRA SOBRE DSTs e GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

Hoje recebemos a visita de alguns médicos do Posto de Saúde do município, ministrando uma palestra para os alunos.
Parabéns a professora Gelci Plácido pela iniciativa e organização do evento.







segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Evento em Comemoração ao Dia dos Pais

Os alunos tiveram a oportunidade de ter momentos de brincadeira com seus pais e amigos. Valores familiares importantes para nossos educandos.














quarta-feira, 9 de agosto de 2017

MUROS INVISÍVEIS



Larissa Martins


Eu não sabia o que iria acontecer...
Eu estava calmo no meu canto, só foi perceber depois.
A morte é o que nos separa das pessoas que nos amam,
separa o corpo da alma é como água que apaga a chama.
A chama da vida, a chave da alegria, acharam que eu tava bem...
Só se for BEM preso nos padrões da mídia, me tire desse lugar, segura a minha mão.
Não espera, salve aquela menina caída no chão,
tentando seguir o "padrão".
E eu queria compreender toda essa história, a minha tristeza é motivo de revolta. Eu continuo guardado aqui, já que tentei ser "algo melhor" e não consegui.
Então decidi partir, onde tudo é tudo igual,
 e não importa o jeito que você se veste,
tudo continua morto, continua sendo normal.
Mesmo sem entender porque, vou continuar deitado tudo o que me resta agora é só obedecer e ficar calado.
Falam dessa vida como se fosse alguma coisa boa, o pior é ir embora sem dar um beijo na sua coroa.
O coveiro foi embora, deixando-nos aqui sozinhos nesse breu,
foi nesse instante que ele percebeu;
 "somos todos vazios", até que enfim se tocou que ele também morreu.
Só continuava a existir, sem nenhum propósito,
decidiu sair correndo pra chegar a tempo para o seu próprio velório.
Todos tão vazios, colocando etiquetas em si mesmos, procurando por riquezas, julgando pelo  peso. Eles falaram dos mortos, mas não percebem que já morreram também. Eu só queria ter mais uma vez a minha família, não ligo para os modelos quero ser apenas eu.
   Agora eu entendia, que o que se foi já se foi, mas me perdoe pai por favor, por não ter conseguido,
sei da sua dor, mas não fique aí não corra perigo,
não deixe também eles te tornarem vazio.
Eu morri, eu sei, mas você também vem,
já morreu aí, só que ninguém percebeu,
pois não foi a carne que apodreceu mas sim o sorriso que se perdeu.⁠⁠⁠⁠
Eu não sabia o que iria acontecer...
Eu estava calmo no meu canto, só foi perceber depois.
A morte é o que nos separa das pessoas que nos amam,
separa o corpo da alma é como água que apaga a chama.
A chama da vida, a chave da alegria, acharam que eu tava bem...
Só se for BEM preso nos padrões da mídia, me tire desse lugar,
segura a minha mão.
Não espera, salve aquela menina caída no chão,
tentando seguir o "padrão".
E eu queria compreender toda essa história, a minha tristeza é motivo de revolta. Eu continuo guardado aqui, já que tentei ser "algo melhor" e não consegui.
Então decidi partir, onde tudo é tudo igual,
 e não importa o jeito que você se veste,
tudo continua morto, continua sendo normal.
Mesmo sem entender porque, vou continuar deitado tudo o que me resta agora é só obedecer e ficar calado.
Falam dessa vida como se fosse alguma coisa boa, o pior é ir embora sem dar um beijo na sua coroa.
O coveiro foi embora, deixando-nos aqui sozinhos nesse breu,
foi nesse instante que ele percebeu;
 "somos todos vazios", até que enfim se tocou que ele também morreu.
Só continuava a existir, sem nenhum propósito,
decidiu sair correndo pra chegar a tempo para o seu próprio velório.
Todos tão vazios, colocando etiquetas em si mesmos, procurando por riquezas, julgando pelo  peso. Eles falaram dos mortos, mas não percebem que já morreram também. Eu só queria ter mais uma vez a minha família, não ligo para os modelos quero ser apenas eu.
Agora eu entendia, que o que se foi já se foi, mas me perdoe pai por favor, por não ter conseguido,
sei da sua dor, mas não fique aí não corra perigo,
não deixe também eles te tornarem vazio.
Eu morri, eu sei, mas você também vem,
já morreu aí, só que ninguém percebeu,
pois não foi a carne que apodreceu mas sim o sorriso que se perdeu.⁠⁠⁠⁠

terça-feira, 8 de agosto de 2017

PALAVRA E POESIA

 Henrique Maciel




A vida é um filme sem tema,
Sem corte, e antes mesmo de gravar tinha que ser forte
Olha o preto, deixa ele, me disseram
Que preto não cai, mentira,
Primeiro negro que vi cair foi meu pai, jogado!
Obrigado a comer carne crua
Usar esperança de travesseiro e o lençol da rua
Como a pessoa nasce nua,
Me mandaram pra guerra sem armadura
Você diz que é drama,
Mas é diferente
Me diz se é drama,
uma preta se matar por um copo de leite quente
linha de frente
meu bloco 33
tô na guerra sem arma
com certeza de um talvez
com pedras, sem pedras
vivemos em abismos
escadas sem quedas
não vemos perigo
passado, presente, qual o futuro?
Nesta horta de pedras
Não existe adubo
Sorriso mais lindo, olhar sincero
De pedra em pedra
Construo castelo
Sem porta ou janela
A casa mais plena
A pedra mais linda
É a pedra morena

PALAVRA E POESIA


Henrique Maciel

ELES

- Eles! deram força a quem não quer lutar...
- Eles! deram sorriso a quem só quer chorar...
- Eles! deram inteligência a quem não quer pensar
E eu me perguntando quem são eles pra 8 falar
Os ratos estão tomando conta
Que mundo é esse que se matam por uma conta
E quem conta
Quantas dividas temos com nós mesmos
E quem conta
Para seus filhos a história dos cabelos crespos
Será?
Que existiremos após mil anos
Se não, a mil anos quem seremos?
E quem somos hoje, já se perguntou
A coroa mata espada e espada mata quem honrou hoje palhaço está chorando
E mister M mostra o rosto
Pessoas não estão se olhando
Pois estão olhando seu bolso
Estamos obrigados a ficar de canto
De cabeça baixa ouvindo seus brandos
Mas me diz até quando
Porque estou de saco cheio e o mudo tá gritando
Me dê um copo com metade de tanto faz

Fui criado como urubu branco comendo carniça pra vomitar paz