Este blog foi criado para divulgar o trabalho que está sendo feito no Colégio Estadual Elias Abrahão, em Quatro Barras. Aqui os alunos podem mostrar o que aprendem, o que gostam e o que pensam. Além de obter dicas de leitura e comentários dos professores. Coordenação do blog: Professora Lucineia
Visitas ao Blog
Pesquisar este blog
domingo, 24 de outubro de 2010
Mais educação - Atividades no contraturno
Jogos e Brincadeiras - Professor Marcos
Rádio Escolar - Professora Lucinéia
Professora Rosangela - Praticando Ciência
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Projeto Ler é bom
Produção de cartazes, a partir da leitura de crônicas do livro Nos Bastidores do cotidiano de Laé de Souza
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Filosofando
Por Amanda Gussão- 8a. A
“ As vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas … O tempo passa e descobrimos que grandes mesmos, eram os sonhos, e as pessoas pequenas demais para torná-los reais.” (Bob Marley)
“ As vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas … O tempo passa e descobrimos que grandes mesmos, eram os sonhos, e as pessoas pequenas demais para torná-los reais.” (Bob Marley)
“ Sonhei com você. Sim, foi perfeito. Mas apenas um sonho... não queria acordar, tudo ia se perder e virar apenas lembranças do que nunca aconteceu. Talvez em minha mente, nunca se perderá. Mas, isso não é uma certeza!” (Amanda Gussão)
“ Qualquer coisa que valha a pena ter. Vale a pena o suficiente para se lutar por ela. Desistir está fora de cogitação.” (Vitor Carbonero)
“ O amor pode te dar asas, mas vão as amizades, que normalmente te seguram quando você está prestes a cair.” (Vitor Carbonero)
“ Palavras são apenas palavras. E sentimentos apenas emoções confusas que algum dia poderá ser chamado de amor, mas isso depende de que palavras não sejam apenas palavras.” (Amanda Gussão)
“ Todos os dias quando acordo, sua imagem vem a minha cabeça. Na verdade, ela nunca saiu. Em tudo que faço me lembro de você, queria apenas te esquecer.” (Amanda Gussão)
sábado, 16 de outubro de 2010
Projeto a Cor da Cultura - Conheça um pouco de nossa herança Africana.
| Mapa do Continente Africano |
Porque a girafa não tem voz
Há muito e muito tempo, as girafas falavam.
Uma vez nasceu uma girafinha muuuito chorona. Ela chorava pra lá, chorava pra cá, chorava por todo canto. Depois de um tempo essa girafa cresceu. Mas, ela não chorava. Ela reclamava. Reclamava pra lá, reclamava pra cá, reclama por todo canto. Mas, ela reclamava gritando (muuuuito alto). Ningüem gostava dela por causa dos seus berros.
Uma vez a mãe dela chegou pra ela e disse:
- Filha, por que você reclama tanto?
- Porque a vida é terrível.
- Mas por que você reclama gritando?
- Porque eu sou assim, não entende?
- Entendo. Mas pense nisso.
- Tá bom.
Uma vez os outros animais planejaram uma luta de capoeira contra ela. Eles a avisaram, mas disseram que era contra o cavalo que não tinha nada a ver. Isso era um plano pra tirar a voz da girava. Eles iam fazer uma armada (giro depois chuta) bem rápido pra que ela não esquive (se defenda). Então ia bater na garganta dela e seria tão forte que ela ia dar o maior berro e a voz dela ia acabar. No dia da luta eles estavam ruins(por querer) e a girafa também (sem querer). Depois eles melhoraram (e a girafa também). Então eles deram a armada e ela não esquivou. Ela deu o maior berro que a voz dela acabou assim como planejavam
E a partir desse dia, todas as girafas passaram a nascer sem voz.
Por que o camaleão muda de cor
Há muitas e muitas luas, a lebre e o camaleão eram amigos inseparáveis.
Naquele tempo, o interior da África era percorrido a pé por longas caravanas. Todos carregavam pacotes e cestos à cabeça, repletos de cera e borracha, que trocavam por panos nas vendas dos comerciantes brancos nas vilas situadas junto ao mar.
A lebre e o camaleão, tão logo ouviam o cântico e o alarido dos carregadores, se arrumavam rapidamente para seguir atrás dos homens.
Os dois gostavam de fazer negócios também e, com suas pequenas trouxas, marchavam na retaguarda das alegres comitivas. Os carregadores traziam guizos e campainhas presos aos tornozelos, fazendo uma barulheira infernal, que servia para afugentar as feras selvagens do caminho.
A lebre, sempre apressada, fazia tudo correndo. Assim que chegava à loja do homem branco, trocava rapidinho sua cera por tecidos multicolores e dizia para o camaleão:
– Já estou indo - e sumia pela mata afora.
O camaleão, muito calmo, respondia:
– Não tenho pressa- e regressava lentamente para a imensa floresta por causa das suas correrias insensatas.
É por essa razão que a apressadinha anda até hoje vestida com um pano cinzento, sujo e desbotado.
O lento e responsável camaleão juntou muitos tecidos das mais variadas tonalidades, e é por isso que ele pode trocar de cor a toda hora.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)

















