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domingo, 19 de setembro de 2010

Criando Cordéis - Trabalho desenvolvido com as professoras Rose (Ciências), Rosí (História) e Lucineia (Português)

A história de Lampíão
- 5a. Série A -
Virgulino é Lampião
Nasceu em 1897
Com seu grupo pintou o 7

Cangaceiro de coração
Se apaixonou por Maria Bonita
E nos dois houve paixão

Sua história vamos contar
Com detalhes e emoção
Cada colega conta um pouquinho
Trazendo a tona a tradição
do trovador ao nordestino
que conta em rimas o seu destino
e a história do Lampíão

Leticia e Emily
Usava óculos de ouro
E era bravo como um touro
Era um homem vingativo
E muito rápido no gatilho
Ser Lampião era apelido
E por esse nome era conhecido

Seu real nome poucos conhecem
De Lampíão ninguém esquece
Mas Virgulino o verdadeiro
Era o nome do cangaceiro
Sua história não tem mais fim
Pois cada um conta meio assim

Gabriela e Juliana
Lampião o guerreiro
O terrível cangaceiro
Se empenhava no cangaço
Sem ter um pingo de cansaço
Se misturando na multidão
Usando seu coração
Usando seu armamento
com determinação
Seu apelido é Lampião
Maria Bonita era sua dona
Os dois se amavam e viceversa
É deles que estamos falando nessa linda conversa

Tarcisio  e Roberto
Virgulino era seu nome
Lampião ele virou
Isso todos nós sabemos
Pois a história já contou
O que muito é novidade
É a riqueza que deixou

Lampião o matador
A igreja não roubava
Crente em Deus por toda vida
Isso ninguém acreditava
Um homem que o mal fazia
E depois se perdoava

Luis Renato e Carlos
Esse homem queria atirar
Nunca pensava em falhar
Era muito religioso
E gostava de rezar
Cangaceiro pra valer
Sempre pensava em vencer
Com a arma habilidade
Tinha responsabilidade
Todo tempo carregada
Um bala não faltava
Com arma agilidade
Ele tinha dignidade


Emanuel e Guilherme
Esse homem dessa história
Tinha amor no coração
Emoção tinha em Maria
Por ela sentiu paixão
Não deixe de acreditar
Nessa história do sertão

Ele foi um matador
Porque alguém seu pai matou
Sentiu ódio dos macacos
e o amor abandonou
Assustando fazendeiros
Com a peixeira que horror

Giovana e Francieli Cristina
Lampião o rei do cangaço
E sua esposa Maria Bonita
Viviam se dando abraços
Religioso como ninguém
Educado com o Senhor
Rezou muito por seu clamor

Lampião e seus comparças
Andavam espalhando medo
Com sua gangue ele morreu
E ninguém contou o seu segredo
Uma facada ele levou
E sem cabeça ele ficou

Marcela e Stefani
Virgulino é um amor
Guerreiro e predador
Sempre bom atirador
Maria Bonita sua companheira
Uma mulher que se tornou guerreira
Por coragem e por amor

Lampião apaixonado
A Maria engravidou
Teve a filha lá no nordeste
E conhecida ela ficou
Lampião com medo da morte
Ao fazendeiro a filha entregou

Milena e Samuel
Virgulino se apaixonou
E com sua mulher se casou
Uma filha com ela teve
Deu o nome de Expedita
A menina cresceu depressa
E ficou muito bonita

Lampião era corajoso
Misterioso era também
A curiosidade tomava o mundo
E o mistério ia mais além
Sua glória correu o mundo
Ficou famoso como ninguém

Taís e Mariah
Maria entrou para o seu  bando
Feliz demais com seu Lampião
E sua filha linda criança
Foi batizada em uma igreja
Por ameaça de um facão

Hoje sua filha está idosa
Agora sabe de onde vem
E orgulhosa de sua história
Amou seus pais como mais ninguém
Chegou o fim dessa trajetória
As gerações vão contar também

Sabrina e Ana Paula de Assis
Lampião teve uma filha
Que deu o nome de Expedita
Uma menina muito mais linda
Do que sol e Maria Bonita
De sua mãe herdou o gênio
Pois era brava e esquisita

Lampião tinha uma esposa
Que era de todas a mais bonita
Rainha do lar e do cangaço
Com ela não tinha cansaço
Uma mulher que matava homens
Que acompanhava o rei do cangaço

Franciele Feliciano e Ana Paula Pereira
Lampião é cangaceiro
Pois era um guerreiro
Armas poderosas
Coitadas da almas bondosas
Roubou até sua morte
 O lampião morreu com um corte

Virgulino era bandido
Policiais chamava de macacos
Mostrando sempre quem era
conheceu sua paixão
5 anos se passaram
e ela entregou seu coração
Welllington e Igor
Passeando Maria Bonita
Encontrou com Lampião
Se apaixonaram com o olhar
E começaram a viajar
Lampião e Maria aBonita
Comandaram Vila Rica

Posso ser um bom aluno
Mas Lampião foi um guerreiro
Uma vida sem igual
Teve um pai trabalhador
Que Ele não quis imitar
Sua vida foi roubar
E também  muitos matar

Bianca, Bruna e Khessiane
1938 chega o fim de Lampião
com seu grupo mete medo
em quase toda região
quem cruzar o seu caminho
leva um tiro no coração

sem piedade nem gratidão
Lampião é cangaceiro
Lutou mais que  um guerreiro
Sua sina foi a morte
Sem dó nem convite
Na grota do Angico
No interior de Sergipe

Vinicius  e Jean
Lampião era cangaceiro
Homem bom tiro certeiro
Gostava de seus amigos
Mas não suportava um torneio
Apesar disso era um bom guerreiro

Lampião viveu pouco tempo
Foi então envenenado
E depois capturado
E Então decapitado
Com a cabeça na exposição
Acabou para o Lampião


Final
Encerramos por aqui
O trabalho começado
A Rosí, Rose e Lu
Por tudo ter ensinado
Nordestinos e seu solo
Por nós serão lembrados
Como um povo lutador
Que mesmo no meio da morte
Começou uma história de amor













Vidas Secas - Graciliano Ramos

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Projeto Ler e Pensar

Projeto do Jornal Gazeta do Povo.
Que consiste no envio de exemplares do jornal Gazeta do Povo gratuitamente, para a escola.
Diversas atividades são desenvolvidas na escola.

domingo, 12 de setembro de 2010

PROJETO LER É LEGAL

A cada 15 dias a escola toda para e faz a leitura de obras literárias. Esse projeto consiste em despertar o interesse pela leitura, enriquecimento de vocabulário, e o prazer de viajar pelo mundo da imaginação.









PROJETO LER É BOM - Professora Lucineia - Português





Projeto de Leitura , no qual a  Escola recebe gratuitamente Livros de literatura , do Autor Lae de Souza. A partir da Leitura Destes livros Alunos produzem OS TEXTOS e Cartazes , relacionando a Realidade e a literatura, podendo ser Premiados com livros autografados pelo autor.

BULLYING É COISA SÉRIA


Condenação por bullying

Por Jefferson Maglio
20 de May de 2010

O juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27ª Vara Cível de Belo Horizonte, condenou um estudante de 7ª série a indenizar a sua colega de classe em R$ 8 mil pela prática de bullying. Bullying são atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo.
O magistrado julgou razoável o valor arbitrado. Foi cauteloso na sua fixação, para não estimular a propositura de ações por discussões ou brigas de escola. Para ele, o ambiente escolar, “tradicionalmente alegre, prazeroso e liberal”, não pode se tornar um “rigoroso internato, onde crianças e adolescentes devem pensar e ter a prudência de um adulto antes de brincar, ou mesmo brigar com seus colegas”, ponderou.
A estudante relatou que, em pouco tempo de convivência escolar, o menino já começou a lhe colocar apelidos e fazer insinuações. Declarou que as “incursões inconvenientes” passaram a ser mais freqüentes com o passar do tempo. Disse que ela e seus pais chegaram a conversar na escola, mas não obtiveram resultados satisfatórios.
Além de indenização por danos morais, a estudante requereu a prestação, pela escola, de uma orientação pedagógica ao adolescente.
Para o magistrado, não se deve impor ao colégio a orientação pedagógica de aluno. “O exercício do poder familiar, do qual decorre a obrigação de educar, segundo o artigo 1.634, inciso I, do Código Civil, é atribuição dos pais ou tutores”, ressaltou.
O representante do colégio declarou que todas as medidas consideradas pedagogicamente essenciais foram providenciadas.
Os responsáveis pelo estudante afirmaram que há uma “conotação exagerada e fantasiosa” à relação existente entre os menores. Salientaram que brincadeiras entre adolescentes não podem ser confundidas com a prática do bullying. Afirmaram que o menor, após o ajuizamento da ação, começou a ser chamado de “réu” e “processado”, com a pior conotação possível.
O magistrado salientou que a discussão envolvendo o bullying é peculiar e nova no âmbito judicial, com poucos litígios no Judiciário. Considerou que a prática é “sintoma inerente ao próprio desenvolvimento e amadurecimento da sociedade pós-moderna”.
De acordo com todo o conjunto de provas, o juiz considerou comprovada a existência do bullying. “O dano moral decorreu diretamente das atitudes inconvenientes do menor estudante, no intento de desprestigiar a estudante no ambiente colegial, com potencialidade de alcançar até mesmo o ambiente extra-colegial”, observou.
Analisando as atitudes do estudante, o juiz destacou que, apesar de ser uma criança/adolescente e estar na fase de formação física e moral, há um limite que não deve ser excedido. Para ele, as atitudes do estudante “parecem não ter limite”, considerando que, mesmo após ser repreendido na escola, prosseguiu em suas atitudes inconvenientes com a estudante e com outras. “As brincadeiras de mau gosto do estudante, se assim podemos chamar, geraram problemas à colega e, consequentemente, seus pais devem ser responsabilizados, nos termos da lei civil”, concluiu.